Sanctuary é uma história policial que envolve o lado sujo da lei: no crime e no jogo de interesses da política, com violência, sexo e muito poder. Nela conta a história paralela de Akira Hojo e Chiaki Asami. O primeiro é um gerente local da Yakuza, a máfia japonesa, e o outro é assistente pessoal de um importante congressista japonês.
Os dois fizeram um pacto: mudar o Japão através de uma revolução de bastidores. Politicamente conservador, o Congresso japonês (Dieta) é formado majoritariamente por homens com mais de sessenta anos – a política segue uma escada de favores capaz de chocar até mesmo os políticos brasileiros. Dispostos a passar por cima desse rígido código informal, Hojo e Asami formam uma dupla imbatível: o mafioso financia e protege Asami, que começa uma escalada política.
Sho (Buronson) Fumimura, pseudônimo de Yoshiyuki Okamura, constrói um thriller policial em que o ritmo violento é ditado pelo traço magistral de Rioychi Ikegami, o mesmo de Crying Freeman, enquanto adiciona elementos de suspense, capturando o leitor para dentro desse Japão subterrâneo. Tanto Tokai, o violento ex-chefe de Hojo, quanto Kyoko Ishihara, a inspetora de polícia obcecada com o mafioso, adquirem papéis decisivos ao longo da trama, que a cada capitulo ganha ainda mais agilidade, ação e reviravoltas.
Os dois fizeram um pacto: mudar o Japão através de uma revolução de bastidores. Politicamente conservador, o Congresso japonês (Dieta) é formado majoritariamente por homens com mais de sessenta anos – a política segue uma escada de favores capaz de chocar até mesmo os políticos brasileiros. Dispostos a passar por cima desse rígido código informal, Hojo e Asami formam uma dupla imbatível: o mafioso financia e protege Asami, que começa uma escalada política.
Sho (Buronson) Fumimura, pseudônimo de Yoshiyuki Okamura, constrói um thriller policial em que o ritmo violento é ditado pelo traço magistral de Rioychi Ikegami, o mesmo de Crying Freeman, enquanto adiciona elementos de suspense, capturando o leitor para dentro desse Japão subterrâneo. Tanto Tokai, o violento ex-chefe de Hojo, quanto Kyoko Ishihara, a inspetora de polícia obcecada com o mafioso, adquirem papéis decisivos ao longo da trama, que a cada capitulo ganha ainda mais agilidade, ação e reviravoltas.
Título: Sanctuary
Gênero: Ação/ Thriller/ Adulto
Autores: Sho Fumimura e Rioychi Ikegami
Grupos: Echi Must Die e Fuji Scan
Gênero: Ação/ Thriller/ Adulto
Autores: Sho Fumimura e Rioychi Ikegami
Grupos: Echi Must Die e Fuji Scan
*Para fazer o download basta clicar na capa.



















Esse mangá é ótimo, excelente, perfeito! Deve fazer 2 anos que estou esperando a Conrad lançar o sexto volume. Por favor, se vocês dispoinibilizarem a coleção inteira, é claro que vou baixar. Depois as editoras reclamam. Eu estvaa comprando direitinho, mas eles pararam de publicar. Assim é foda...
ResponderExcluirUm dos melhores que vi sobre mafia foi Katekyo Hitman Reborn. Vou olhar esse.
ResponderExcluirKatekyo Hitman Reborn *--* Anime muiito fera, mas tem que ter paciencia =P (primeira saga é chatinha sem muita ação, mas melhora)é um dos melhores animes que já vi e por enquanto é o meu anime favorito!
ResponderExcluirMas tb vou olhar esse.
o 6º volume foi lançado aqui "Anonimo", tenho todos os 6.
ResponderExcluir"PAI, perdoai, essa crianças (Hugo e Yukina) não sabem o que falam!"
Lindo!
ResponderExcluirQuando sai mais?????
Parabéns ao pessoal que traduz esses trabalhos e/ou os disponibilizam no site. Vocês realmente fazem diferença ao trazer tantas publicações de fora que possuem tanta qualidade. Podem se orgulhar em estarem contribuindo para a nossa cultura e não é qualquer um que pode falar isso não.
ResponderExcluirHá muito que uso esse site e faz tempo que esperava poder baixar mais desse mangá. Ele possui uma história indescritivelmente fascinante, sério, é impossível expressar o quão bom é esse mangá, só lendo mesmo para saber. A única coisa que posso falar é que ele é uma trama política e criminal extremamente bem feita e bastante instrutiva porque é possível aprender bastante sobre a sociedade japonesa com ele e conhecer um lado dela não tão positivo.
A máfia japonesa (Yakuza) de fato exerce um tremendo poder mesmo que os índices de violência no país sejam baixíssimos, isso acontece porque a máfia opera num nível que quase não atinge as pessoas normais. É uma instituição muito enraizada na cultura japonesa que surgiu há séculos e existem pesquisas em que vários japoneses dizem achar necessária a existência da mesma. Quanto ao congresso ser composto por homens velhos, na verdade é um fenômeno nas democracias representativas que políticos em altas posições sejam pessoas de certa idade, em países bicamerais (duas casas legislativas) como o Brasil o Senado costuma ser composto por idosos enquanto a câmara de deputadas costuma ser mais aberta a adultos mais jovens. A própria palavra Senado tem origem latina que remete ao ancião ou a uma casa de anciões. Lá em Roma também não era permitido a entrada de pessoas muito jovens, achava-se como ainda se acha que com a velhice acompanha a experiência, o que não deixa de ser verdade, mas o que esse mangá mostra é que deixar os mais velhos dirigirem a sociedade possui a tendência de deixá-la estagnada e anêmica porque é com os mais jovens que estão os ideais e a energia para realizar todas as mudanças culturais e sociais adequadas. Com a idade as pessoas se tornam mais apáticas e cínicas e o que os protagonistas querem é realizar uma revolução na sociedade japonesa enquanto ainda estão jovens. Também é muito boa a crítica que o mangá faz não só ao Japão, mas a toda sociedade moderna sobre como as pessoas vivem vidas sem genuína alegria funcionando como peças em uma engrenagem.
E eu estranhei ver Reborn sendo citado aí. rsrs
Nada contra, eu também gosto de Reborn, mas ele é um mangá infantil sobre poderes e lutas. Absolutamente nada haver com Sanctuary.
Vocês pretendem continuar essa série. Se não, vocês poderiam me dizer onde consigo baixar ela completa?
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